2 J DE JULHO DE 2004
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ARTIao23
(UtUiza~o do espectro de rrequ~ncias)
1.A utiliza~1iC)
do espectro de frequencias esta sujeita ao regime
de licenciamento.
2. 0 INCM pode, atcndendo aos objectivos da presentc Lei,
decidir que algumas classes de utiliza~ao do espectro de frequencias
sejam isentas de licen~a de radiocomunica~oes.
ARTIGO 24
(Aplica~Oes industriais,
cientificas e medieas)
2. 0 INCM pode. de acordo com os elementos a que se refere
o nl1mero anterior, e em casos devidaQlent~ justificados, adoptar
medidas condicionantes da instalayao e funcionamento de estayoes
ou antenas de radiocomunica~o~s.
ARTIGO 28
(Regime de acesso a actividade)
1. 0 regime de licenciamento radioelectrico nao prejudica 0
cumprimentodas disposiyiieslegais aplicaveis a explora9iiode
redes publicas e serviyos de tclecornunicayOesde uso publico e
ao estabelecimento e utiIizayao de redes privativas de
ARTlao25
telecomunica90es.
2. As entidades que pretendam obter uma licens:aradioelectrica
devem encontrar-se devidamente habilitadas para 0 efeito, nos
termos do regime de acesso a actividade de telecomunicayoes de
uso publico; ou satisfazer as condi90es aplicaveis ao estabelecimento
de redes privativas.
(Piano nadonal de atribui-;ao de frequencias)
ARTlao29
As aplicay5es industriais, cientificas e medicasdevem utilizar
as frequencias atribuidas especificamente no' plana nacional de
atribui~ao de ftequencias, MO devendo causar interferencias aos
servi~os de radiocomunica~oes.
1. 0 plana nacional de atribui~ao de frequencias e elaborado
pelo INCM, com objectivo de garantir 0 usa racional e eficiente .
do espectro de frequencias no pais, atribuindo bandas de frequencias
especificas para sua utiliza9ao p or urn 0 u mais s ervi90s de
radiocomunica~oes.
2. Na atribui9ao de bandas a dois ou mais servi~os, tem-se em
conta 0 grau de prioridade de cad a urn deles no uso da referida
banda e ainda as normas tecnicas e os procedimentos para facilitar
a sua ap1ica~ao.
3. Todas as esta~oes de radiocomunica~oes que operem dentro
do territ6rio nacional devem faze-Io obedecendo as frequencias
consignadas p~lo INCM, em confonnidade com 0 pIano nacional
de atribui~ao de frequencias, cumprindo os requisitos contidos
nas suas disposiyoes.
4. 0 pIano nacional de atribui9iio de frequenC18se actualizado
de dois em dois anos.
5. 0 pIano n acional de a tribui9iio de frequencias deve se r
publicado no BQletim da Republica.
(Licen~s
de radiocomunicayoes)
I. A utiliza9iio de redes e de esta~oes de radiocomunica~oes
esta sujeita a licen~a, sen90 a atribui9ao das mesmas da competencia
do INCM.
2. Os termos e condiyiies de concessao das licen~as de
radiocomunica~oese objecto de regulamentayiioespecifica.
ARTlao30
(Traosmissibilidade
das liceoyas)
I. As Iicen9as de estayoes de radiocomunica~oes que compoem
uma rede sac transmissiveis mediante autorizayao previa do INCM.
2. A entidade. a qual for transmitida a licenya deve. sob pena
de nuIidade da transmiss§o, estar legalmente habilitada:nos mesmos
termos da anterior, assumindo todos os direitos e obriga~oes.
3. As licen~as temporarias siio intransmissiveis.
ARTIGO 31
(Sistemas de radiocomunica~Oe!l isentos de licen~as)
ARTlao26
Estao isentos de licen9as:
(Registo nacional e internacional
de frequencias)
1. 0 INCM tern urn registo nacional informatizado de todas as
consigna~Oes de frequencias feitas para cada urn dos servi~os de
radiocomunicayoes estabelecidos, excepto 0 registo das Eoryas
de Defesa e Segurans:a.
2. A infonnayiio contida no registo referida no nlimero anterior
deve ter em conta as caracteristicas tecnicas necessarias, emissiio,
coordenadas da instalas:iio e outras informayoes que possaro ser
necess4rias.
3.0 INCM deve inscreyer as consignayoes nacionais no registo
intemacional
de frequencias da Uniio Intemacional
de
Telecomunica~oes, em conformidade c_omos p rocedimentos
estabelecldos no Regulamento de Radiocomunica90es da Uniao
InternaClOnal de Telecomunicayoes, nos cas<;>sem que se estime
necessaria a protec~o intemadona! contra interferenda prejudicial.
ARTlao27
(Exposi~ao a radia-;oes electromagneticas)
1. Compet~ ao lNCM publ1car por Resoluyiio no Bolenm da
Republica, os niveis de interferencia definidos para efeitos de
avalia9ao da exposi9iio a campos electromagnetico~, base ados
em procedimentos de medi9ao e calculo reconhecidos e provados
cientificamente, relativos a exposi~ao da p opula9iio a campos
electromagneticos.
a) os sistemas de radiocomunica~oes, com potencia radiada
aparente correspondente a uma antena vertical curta,
igual ou menor que lO miliwats, a opera rem em
frequencias radioelectricas atribuidas em confonnidade
com 0 pIano nacional de atribui9ao de frequencias;
b) as aplica~oes industriais, cientificas e mOOicas que utilizem
frequencias radioelectricas contidas nas bandas
atribuidas para 0 efeito no pIano nacional de atribuJ~ao
de frequencias;
c) a utiliza~iio de espectro de frequc.ncias para a realJZa9iio
de ensaios tecmcos e de estudos clentificos, os quais
sao analisados caso a caso e por periodos limitados.
2. A cIassific8yaO dos sistemas de radiocomun1ca90es e demais
caracteristicas referidos -no mimero anterior care cern de
regulamenta9iioespecifica.
A~TIGO 32
(Radiocomunica~oes
interditas)
Sem prejuizo do disposto em legisiacao especifica. aos
utilizadores de esta90es de radlOcomunica~oes e especialmente
vedado:
a) efectuar ou permitir radiocomunicayoes ilicitas;
b) emitir sinais de alanne, emergencla ou perigo, bem como
chamadas de socorro falsas ou enganosas.
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