INQ 4781 / DF
O laudo pericial, analisando período determinado, ainda apontou:
“A análise deste material identificou que estes perfis começaram
a publicar conteúdo negativo e ataques ao STF, ou seus membros, a
partir de 07/11/2019. Inicialmente, sem utilizar hashtags, ou
adotando a hashtag #STFVergonhaNacional”.
Com relação aos ataques simultâneos, o relatório também concluiu
que:
Conforme
apresentado
anteriormente,
os
perfis
influenciadores iniciam os ataques selecionando um tema, por
exemplo, o Impeachment de membros do STF. Nesta etapa
inicial estes perfis não necessariamente utilizam uma hashtag
para disseminar o ataque escolhido, valendo-se muitas vezes de
seus seguidores (followers) para “criar” uma hashtag e
impulsionar este ataque. Desta forma, os perfis influenciadores
não apareceriam como criadores da hashtag que simboliza o
ataque.
(…)
Conforme exposto os perfis influenciadores identificados,
iniciaram seus ataques a partir do dia 07/11/2019, declarando
que o STF é uma vergonha e clamando por pedidos de
impeachment de seus membros, sem necessariamente utilizar a
hashtag #ImpeachmentGilmarMendes.
Em seguida, seus seguidores a compartilhar e comentar
estas publicações, introduzindo a hashtag em questão.
Finalmente, no dia 11 de novembro de 2019, 10 (dez) destes
perfis
influenciadores
adotam
a
hashtag
#ImpeachmentGilmarMendes neste mesmo dia, de forma
aparentemente coordenada, impulsionando ainda mais a
adoção desta hashtag por seus seguidores de forma que esta
alcançasse o “Trend Topics” da rede social Twitter.
Uma vez que uma hashtag alcança o “Trend Topics”, sua
visualização é ampliada significativamente para fora da
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Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001. O documento pode ser acessado pelo endereço
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